Estão abertas as inscrições para o Programa de Estágio da ENGIE, maior empresa privada de energia do Brasil – com atuação em geração, comercialização e transmissão de energia, transporte de gás e soluções energéticas. A vagas são para estagiar em áreas corporativas e nas operações de diferentes empresas do grupo, nas cidades do Rio de Janeiro (RJ), Florianópolis (SC) e cidades do interior.
Podem se candidatar estudantes do nível superior ou técnico, de diferentes formações, como engenharias, comunicação, direito, administração, contábeis e áreas de formação técnica, com previsão de formatura entre julho de 2022 e dezembro de 2023. As inscrições devem ser feitas até o dia 04 de junho por meio do site do Programa: www.engie.com.br/estagio.
Os candidatos às vagas precisam preencher pré-requisitos como ter entre 1 e 2 anos para sua formatura, disponibilidade para estagiar 30 horas semanais, além de morar na cidade da vaga, ou ter mobilidade para o deslocamento diário até o local do estágio. O processo seletivo será realizado através de etapas virtuais, incluindo avaliações, dinâmicas e entrevistas.
O início do estágio está previsto para os meses de julho ou agosto. Além da bolsa de estágio, os selecionados poderão receber benefícios como Auxílio Transporte, Auxílio Alimentação e Seguro de Vida.
Para a diretora de Pessoas e Cultura, Simone Barbieri, a ENGIE é uma empresa movida por pessoas. Por isso, investe continuamente em práticas e programas que possibilitem o crescimento e desenvolvimento dos colaboradores e oportunidades para profissionais do mercado. “É um ganho mútuo onde contribuímos com a evolução dos nossos colaboradores ao longo de sua trajetória”, afirma.
Empenhada em liderar uma mudança em seu ramo de atuação e conquistar a equidade de gênero dentro da empresa até 2030, a ENGIE também incentiva a participação de mulheres no processo seletivo. “Nossa companhia tem na equidade de gênero um pilar fundamental de suas políticas de diversidade. Entre os nossos objetivos não financeiros está o aumento expressivo do número de mulheres em posições de liderança, passando dos 24% registrados em 2020 para 50% em 2030. Essa é uma meta muito importante”, destaca Simone Barbieri.