ENGIE está entre as cinco melhores empresas de energias renováveis no relacionamento com startups

Top 100 Open Corps 2021 registra números recordes, com um crescimento de 96% nos relacionamentos declarados por corporações e startups

A ENGIE, maior empresa privada de energia do Brasil em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas e de infraestrutura, foi selecionada entre as cinco maiores corporações em energias renováveis que se relacionam com startups, segundo o ranking da plataforma Top 100 Open Startups.

O resultado revela o empenho da ENGIE em avançar em iniciativas para promover a cadeia de inovação no país, o que resulta em benefícios para a companhia e os parceiros.

“A inovação está na estratégia da ENGIE e é peça fundamental para acelerar a transição para um mundo neutro em carbono. Ser reconhecida como empresa líder em Open Innovation reforça nossa visão de que a inovação se fortalece com a colaboração. Na ENGIE, promovemos inovação através de programas internos, entre nossas unidades e times no Brasil e globalmente, e externamente, por meio de parcerias com startups, universidades e outros agentes do ecossistema”, diz Mauricio Bähr, CEO da ENGIE Brasil.

O CEO também valorizou o esforço conjunto de parceiros e colaboradores da ENGIE. “Conseguimos ter uma grande diversidade de ideias, opiniões e conhecimentos. Assim, desenvolvemos soluções inovadoras para tornar a ENGIE líder na transição energética, apoiar nossos clientes em sua transição e fomentar o ecossistema de inovação em que estamos inseridos”, finalizou.

A ENGIE ressalta ainda que apoia a cadeia de inovação por meio de chamadas públicas de projetos, em diversos segmentos, tais como fontes renováveis, cadeia do gás natural, eficiência energética e soluções para Cidades Inteligentes. Um outro foco de fomento a startups visa ajudar na otimização de processos, reforçando ainda mais a governança da companhia.

A inovação aberta tem sido um assunto cada vez mais debatido e aplicado por organizações em seus novos planos de negócios, uma prática que está inserida na cultura da ENGIE.

A plataforma 100 Open Startups, que elabora o ranking, é pioneira e líder em open innovation na América Latina e divulga a seleção das empresas que mais praticaram inovação aberta com startups no país em 2020, a partir de dados gerados pelo próprio mercado. Após número recorde de contratos registrados entre corporações e startups, a plataforma chegou às maiores.

Além da ENGIE, Raízen, Neoenergia, Solví e CTG foram premiadas na categoria energias renováveis.

Critérios
Na categoria Energias Renováveis, o ranking identificou 32 corporações que praticam open innovation com startups no Brasil, sendo que 19 delas se relacionaram com startups pela primeira vez no último ano. No total, as corporações do setor estabeleceram 420 relacionamentos de negócios com 213 startups no período, um crescimento de 145% em relação à edição 2020.
Juntos, os 420 relacionamentos de negócio negociaram diretamente cerca de R$ 52 milhões, contra R$ 13 milhões no ano anterior. O impacto indireto em benefícios para ambos os lados e para o setor como um todo, certamente, é muitas vezes superior a esse número. Em relação aos parceiros, a maior parte dos recursos foram destinados aos hubs IndTechs (22%), ProductivityTechs (18%), e AgriTechs (18%).

Números da 100 Open Startups

Segundo levantamento realizado pela 100 Open Startups, o número de open startups aumentou de 13.092, em 2020, para 18.355, em 2021, assim como também houve crescimento no número de organizações que buscam essas pequenas empresas – de 2.825 para 4.982.

Já o número de relacionamentos declarados passou de 13.433, em 2020, para 26.348, em 2021, um aumento de 96%. Em relação às corporações que tiveram contratos de open innovation com startups, o número saltou de 1.968 para 3.334 – um crescimento de 69%. Já o número de startups que se relacionaram com corporações subiu de 1.310, em 2020, para 2.344, em 2021, um salto de 79%.

“O movimento de Open Innovation com Startups foi iniciado pela abertura das grandes empresas. Entretanto, vimos, nos últimos anos, a adesão de empresas de menor porte, de todas as cadeias de valor, que também passaram a buscar inovação junto a startups. Isso torna o jogo muito mais acessível e democratizado”, destaca Bruno Rondani, CEO da 100 Open Startups. “Por outro lado, a adesão de mais empresas em busca de startups faz com que o mercado fique, também, muito mais competitivo e crie muito mais oportunidades. Surgem mais startups, mais programas de open innovation e mais inovação”, completa.

Para mais informações: https://www.openstartups.net/site/