Sistema de Transmissão Gralha Azul - ENGIE Brasil

O Projeto

Dedicado à melhoria do abastecimento de energia elétrica na região Centro-Sul do Paraná, o Sistema de Transmissão Gralha Azul vem sendo implantado pela ENGIE desde 2019 – após meses de estudos técnicos e socioambientais necessários à obtenção das licenças de implantação e autorizações cabíveis, concedidas pelos órgãos competentes. O projeto inclui 15 linhas de transmissão, com cerca de mil quilômetros de extensão, as quais interligarão dez subestações – cinco novas, que estão sendo construídas, e outras cinco já existentes, as quais serão ampliadas. Trata-se de uma concessão federal, vigente por 30 anos, resultante do leilão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2017.

Além da contribuição ao desenvolvimento econômico, por meio do suprimento de energia, o projeto – que conta com investimento de R$ 2 bilhões – gera múltiplos benefícios para as comunidades locais, como oportunidades de emprego nas áreas de construção civil, ambiental, terceiro setor, saúde e segurança do trabalho. Até o término das obras, previsto para o segundo semestre de 2021, as atividades de implantação do ST Gralha Azul devem empregar cerca de cinco mil pessoas – entre contratações diretas e indiretas, com priorização de trabalhadores locais.

Localização

Paraná

(42) 99129-4991

Respeito ao meio ambiente

O respeito ao meio ambiente está entre os compromissos fundamentais da ENGIE, refletido em suas políticas e práticas – o que inclui o desenvolvimento de todos os seus projetos, como o Gralha Azul. A implantação do projeto cumpre todo o rito de licenciamento ambiental, em conformidade com a legislação vigente, tendo a anuência dos órgãos competentes, tais como: Instituto de Água e Terra (IAT), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Fundação Cultural Palmares (FCP), Fundação Nacional do Índio (Funai), Comandos aéreos (COMAR) e Agência Nacional de Mineração (ANM). Além disso, o projeto foi aprovado pelos 27 municípios interceptados, bem como por concessionárias públicas e privadas responsáveis pela travessias sobre rodovias, ferrovias e hidrovias, e órgãos que tratam do patrimônio histórico e natural, como a Coordenação Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (CEPHA) que anuiu a passagem pela Área de Proteção Ambiental (APA) da Escarpa Devoniana.

Assim, o ST Gralha Azul foi projetado de forma a evitar ao máximo o impacto em áreas ambientalmente protegidas e preservadas. O traçado da linha de transmissão foi exaustivamente estudado, bem como a seleção das áreas para instalação das novas subestações. A partir desses estudos, são adotados métodos e técnicas que visam reduzir, controlar e compensar os impactos sobre recursos naturais, sempre em conformidade legal e com medidas de compensação e minimização dos efeitos do projeto.